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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Novo Ano!Momentos ao PORVIR!

2013 chegando!

Tempo de reflexão...reavaliação...

continuação...inovação e muito mais!

 

É preciso reciclar...

Pensando Bem, É Preciso Reciclar...

Viver bem, às vezes, é só uma questão de recomeçar, 
reaprender, reciclar.
Para que tudo tenha um novo impulso, ganhe uma nova luz.
Reciclar para imprimir novas palavras, 
novas experiências, novos sentimentos.
Avaliando erros para gerar acertos, mudando trajetos para entender os caminhos, olhando a vida, todo dia,
 com o coração novinho em folha.

Pensando bem, é esse o nosso papel, o que nos dá sentido.
Pois se fazendo como sempre foi feito a gente acaba chegando ao mesmo lugar, melhor então é rever, com clareza, o que verdadeiramente queremos, buscar sabedoria no que já fizemos e aí, então, realizar de outra maneira, fazer diferente, reinventar.

Crer para ver que há um poder impaciente por se revelar a quem não desiste, recria, vai em frente, buscando sempre, 
dentro de si, o melhor.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ânimo em 2013!


Por isso, deixo aqui uma dica de mensagem que ouvi no Programa da Ana Maria Braga no Programa MAIS VOCÊ e que compartilho com todos vocês.
Bom proveito e FELIZ 2013!
(Rosangela)

Viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce.

Ouvindo esta frase, imaginei qualquer pessoa nessa acrobacia que as crianças fazem ou tentam fazer: escalar aqueles degraus que nos puxam inexoravelmente para baixo. Perigo, loucura, inocência, ou uma boa metáfora do que fazemos diariamente?

Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que quereríamos era taparmos a cabeça e dormirmos, sem pensarmos em nada, fingindo que não estamos nem aí…

Porque Tanatos, isto é, a voz do poço e da morte, nos convoca a cada minuto para que, enfim, nos entreguemos e acomodemos. Só que acomodar-se é abrir a porta a tudo aquilo que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio e amantes da pusilanimidade, personagens do teatro daqueles que constantemente desperdiçam os seus próprios talentos e dificultam a vida dos outros.

E o desperdício da nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que no final não se poderá saldar: estaremos no arquivo-morto.

Não que não tenhamos vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doença, problemas no emprego, dramas na família, buracos na alma, solidão no casamento a que também nos acomodamos… tudo isso nos sufoca. Sobretudo, se pertencermos ao grupo cujo lema é: 
Pensar, nem pensar… e a vida que se lixe.

A escada rolante chama-nos para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Para quê mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive da mesma maneira, e da mesma maneira vai morrer?

Não vive (nem morrerá) da mesma maneira. Porque só nessa batalha consigo mesmo, percebendo engodos e superando barreiras, podemos também saborear a vida. Que até nos surpreende quando não se esperava, oferecendo-nos novos caminhos e novos desafios.

Mesmo que pareça quase uma condenação, a ideia de que viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce é que nos permite sentir que afinal não somos assim tão insignificantes e tão incapazes.

Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguimos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes.

E porque não? 
Na pior das hipóteses, caímos, magoamo-nos por dentro e por fora, e podemos ainda uma vez… recomeçar.